sem garantia
Às vezes, pergunto a mim mesma por que escrevo? Por que, nessa altura da vida, insisto em pôr as palavras para trabalharem? É claro que há um movimento desafiador nesse ofício. A sensação de primeira vez que se renova a cada começo de texto. Mil bons textos, já escritos, não garantem a qualidade do próximo. Fascinante e dramático ao mesmo tempo.
Escrito por Fernanda Pompeu às 17h40
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